Praticagem da Barra do Pará ultrapassa 1.000 manobras e impulsiona economia na região amazônica

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A Praticagem da Barra do Pará, na Zona de Praticagem 3, superou no primeiro trimestre de 2026 a marca de 1.000 navios atendidos e 1.000 manobras realizadas, consolidando sua importância para o desenvolvimento econômico na região amazônica.
Em uma área marcada por condições desafiadoras de navegação — como variações de maré, bancos de areia e mudanças constantes de profundidade — a atuação da praticagem é essencial para garantir a segurança e a continuidade das operações portuárias locais.
A Zona de Praticagem 3 (ZP-3), sob responsabilidade da Praticagem da Barra do Pará, abrange o acesso pelo rio Pará, incluindo os canais do Quiriri e do Espadarte, a partir das áreas de espera de prático até os principais terminais da região.
Sua área de atuação inclui o porto de Belém, o Complexo Portuário de Vila do Conde, o fundeadouro do Capim e trechos estratégicos do sistema hidroviário, como os Estreitos, próximos à Ilha do Marajó, além da ligação com o rio Tocantins.
Trata-se de uma região de grande importância logística e alta complexidade de navegação, marcada por forte influência de marés e variações constantes de profundidade.
Mais do que viabilizar a navegação, o serviço tem impacto direto na economia regional, ao assegurar o fluxo de embarcações que sustentam o escoamento de cargas, como grãos, minérios e combustíveis. Dessa forma, a praticagem fortalece a integração da Amazônia aos mercados nacionais e internacionais, permitindo que a produção da região chegue com eficiência a outros destinos.
A atividade também contribui para o abastecimento das cidades amazônicas, garantindo regularidade logística em uma região onde o transporte hidroviário é fundamental.
Para o diretor-presidente da Praticagem da Barra do Pará e prático, Luiz Carlos Amaral Veloso Filho, o resultado reforça o papel estratégico da atividade. “Cada manobra realizada representa a continuidade da atividade econômica na região. A praticagem é um elo essencial para o escoamento da produção e para a conexão da Amazônia com os mercados, sempre com segurança e responsabilidade ambiental”, destaca.










