VIBE é a primeira empresa do Brasil a conquistar especialização em IA da Red Hat
Certificação RHSP atesta capacidade técnica em soluções open source e coloca empresa entre os parceiros mais preparados do mundo para transformação digital

Leandro Pereira (esq.) e sócios da VIBE. | Foto: Acervo pessoal de Leandro Pereira.
Em um ecossistema marcado por diferenças, a VIBE acaba de alcançar um marco: a empresa obteve o RHSP, o Red Hat Specialized Partner, um dos certificados mais rigorosos e difíceis de se conquistar no universo das soluções open source. Mais do que isso, tornou-se a primeira organização do Brasil e a segunda do mundo a receber a especialização em AI Platform dentro do programa global de parceiros da Red Hat.
Para alcançar a certificação, a VIBE comprovou especialização em soluções Red Hat, em equipes técnicas altamente capacitadas e certificadas, capacidade de entregar projetos complexos com excelência e compromisso com a inovação baseada em código aberto. O selo RHSP sinaliza ao mercado que a empresa está entre os parceiros mais preparados para ajudar clientes a modernizar infraestruturas e acelerar a transformação digital.
Leandro Pereira, CTO de Tecnologia da VIBE, destaca que a conquista é mais do que um selo de marketing. Segundo ele, a própria Red Hat, em escala global, auditou e validou a forma como a empresa entrega inteligência artificial, e aprovou. “Não é selo de marketing, é capacidade comprovada por solução em produção, não por protótipo. Para o cliente, isso reduz risco. Ele contrata um padrão reconhecido internacionalmente, não uma promessa”, aponta.
A especialização em IA, no entanto, não veio isoladamente. Ela se conecta diretamente com outra certificação já detida pela VIBE, a de Container Management. Pereira explica que são camadas da mesma fundação. “Container Management atestou nossa maturidade na plataforma. A trilha de IA se constrói exatamente em cima dela. Nossas cargas de IA rodam sobre OpenShift. Sem essa base sólida de contêineres, não existe IA confiável. As duas especializações se somam: uma é o alicerce, a outra é o que se ergue sobre ele”.
O que diferencia a abordagem da VIBE, segundo o executivo, é a maturidade em governança, segurança e conformidade. A diferença é entregar IA com governança de ciclo de vida validada, não como experimento isolado.
“A jornada até a certificação exigiu um nível de exigência deliberadamente alto. Fechamos o pacote completo de critérios da Red Hat, com matriz de evidências, metodologia e estudo de caso, em português e inglês, relata Pereira. O maior desafio foi sustentar tudo isso sobre uma referência de produção real, não um piloto. Capacidade de verdade, comprovada em ambiente regulado”, comentou Leandro.
Com a conquista, a VIBE já traça os próximos passos no mercado de IA. Pereira adianta três frentes prioritárias: “evoluir nossas soluções para arquiteturas multiagente, replicar o modelo para novos clientes em go to market conjunto com a Red Hat, e consolidar a oferta de IA soberana e on premises, migrando IA de nuvens proprietárias para plataforma aberta com modelos open source. A especialização não é o ponto de chegada”, conclui.










