Presidente da ACP destaca potencial econômico do Pará em reportagem nacional da Veja sobre o futuro de Belém

Foto: Divulgação
O futuro econômico de Belém e do Pará ganhou projeção nacional na edição da revista Veja publicada nesta segunda-feira (3). Em reportagem especial sobre o cenário da capital paraense após a realização da COP30, a publicação apresenta Belém como a cidade mais bem posicionada entre as capitais da Região Norte e reúne análises sobre as perspectivas de desenvolvimento da região nos próximos anos.
Entre os entrevistados está o presidente da Associação Comercial do Pará (ACP), Isan Anijar, que apresentou a visão do empresariado paraense sobre as oportunidades que surgem a partir da nova visibilidade internacional conquistada pelo Estado.
Na abertura da reportagem, a Veja resume o momento vivido pela capital paraense ao afirmar que “com a COP30, Belém entrou na rota do mundo — o desafio agora é permanecer nela”. A partir dessa reflexão, a matéria analisa como a cidade busca transformar a projeção internacional em crescimento econômico, geração de empregos e melhoria da infraestrutura.
Segundo a publicação, Belém lidera os indicadores entre as capitais da Região Norte, impulsionada pelo desempenho do comércio, dos serviços e do turismo, além do ambiente favorável à chegada de novos investimentos.
Nesse contexto, a participação da Associação Comercial do Pará evidencia o protagonismo do setor produtivo nas discussões sobre o futuro da economia amazônica.
Durante a entrevista, Isan Anijar destaca que o Pará vive um momento estratégico, impulsionado por diferentes frentes de desenvolvimento, entre elas a expansão da infraestrutura, o fortalecimento da bioeconomia, o crescimento do turismo e as perspectivas econômicas ligadas à Margem Equatorial.
A reportagem aponta que a exploração de petróleo na região poderá representar uma nova fronteira econômica para o país, com potencial para movimentar investimentos, ampliar a arrecadação de municípios e gerar milhares de empregos diretos e indiretos.
Ao comentar esse cenário, o presidente da ACP ressalta que a expectativa é de fortalecimento de toda a cadeia econômica paraense, estimulando novos negócios, atraindo empresas e ampliando oportunidades para diversos segmentos produtivos.
Outro aspecto destacado pela reportagem é a mudança de mentalidade observada após a realização da COP30.
Para Isan Anijar, um dos principais legados deixados pela conferência foi aproximar o empresariado dos debates sobre desenvolvimento sustentável.
“A conferência deixou um legado que vai além das obras: mudou a mentalidade de parte do empresariado, que passou a discutir sustentabilidade, bioeconomia e compromissos ambientais com uma intensidade que antes não se via”, afirma o presidente da ACP na reportagem.
A publicação também destaca investimentos que vêm consolidando Belém como um dos principais polos econômicos da Amazônia, como o crescimento do turismo, a expansão da rede hoteleira, a valorização da gastronomia paraense, reconhecida internacionalmente, e os investimentos em bioeconomia, considerados estratégicos para o desenvolvimento sustentável da região.
Para a Associação Comercial do Pará, o reconhecimento obtido por Belém em uma das principais publicações do país reforça o potencial competitivo do Estado e evidencia que o ambiente empresarial paraense vive um momento de transformação.
A presença da ACP na reportagem da Veja também consolida a entidade como uma das principais representantes do setor produtivo amazônico nos debates nacionais sobre desenvolvimento, inovação, sustentabilidade e atração de investimentos.
Fundada em 1819, a Associação Comercial do Pará tem desempenhado papel ativo na articulação entre empresários, poder público e instituições, defendendo políticas voltadas ao fortalecimento da economia paraense e à melhoria do ambiente de negócios.
Ao dar espaço à visão da entidade, a reportagem reconhece a importância da participação do empresariado na construção das estratégias que deverão orientar o crescimento de Belém e do Pará nos próximos anos, em um contexto marcado pelas oportunidades abertas após a COP30 e pelo interesse crescente de investidores nacionais e internacionais na região amazônica.










